A minha última reflexão neste contraste rude /luxuoso é numa comparação entre um vestido de uma loja ZARA e um vestido criado por a estilista Fátima Lopes. Existem algumas diferenças entre estes dois tipos de vestido: enquanto um vestido de loja é feito a pensar na população em geral, um vestido de estilista pode ser feito para alguém em concreto. Enquanto que um vestido de uma loja é mais acessível que um vestido de estilista, sendo este feito com mais cuidados, pormenores, entre outros aspectos que os vestidos de uma loja não possuem.
Contudo enquanto que um vestido de loja pode ser mais prático e existe em várias cores, um vestido feito por uma estilista é único, não variando nem de cor, e muitas vezes não é nada confortável.
A minha próxima reflexão crítica será a cerca de dois perfumes, o famoso ESCADA e um que muita gente desconhece, perfumes da Yodeyma. Esta marca é uma marca onde os perfumes verdadeiros são identificados com outros nomes e a embalagem é diferente dos originais. A possível comparação nestes objectos pode ser a seguinte: a embalagem da caixa como a do frasco são diferentes, isto é, o perfume ESCADA, um perfume dito verdadeiro tem a caixa e o frasco escolhido pela marca, já o outro tem um nome diferente, um frasco e ate mesmo uma caixa diferente do verdadeiro. Contudo muitas pessoas asseguram que o cheiro do mesmo perfume, quer num frasco quer no outro é o mesmo. A embalagem do perfuma ESCADA tem um público-alvo de uma classe média alta ou mesmo alta, devido ao elevado preço, mesmo sendo um frasco pequeno. Tem como público admiradores da fragrância ou coleccionadores. Já o outro tem como público algo a classe média baixa, tendo um preço mais acessível.
Outra das minhas escolhas é a comparação entre o charuto e o cachimbo. Ambos não são tão usualmente vistos como o tabaco por exemplo, contudo existem coleccionadores ou que preferia este tipo aos cigarros. Apesar de pertencerem a mesma família, existem muitos pontos que os distinguem entre eles a sua forma, a ocasião a que se enquadram, o que leva a escolha de cada um pelo público, entre outros. O charuto em relação ao cachimbo e mais barato, pode ou não ter alguns extras, mas normalmente não. Este objecto pode ser comprado por qualquer pessoa, de qualquer nível social, sendo este mais visto, como uma lembrança ou usado num ambiente de festa. Pode ter ou pode tornar-se um objecto com algum nível afectivo com o consumidor. Já o cachimbo é um objecto de colecção para muitos ou um objecto com alguma afectividade para outros, este já tem de ter outros cuidados que o charuto não precisa, tais como: exigem que exista uma manutenção, mais cuidados no fim da sua utilização entre outros aspectos. Este tem de mais despesas que qualquer outro, isto porque, o tabaco tem de ser comprado a parte, referindo que um cachimbo é um objecto um pouco caro, sendo mais utilizado por coleccionadores ou em ocasiões especiais, mais das classes altas que por outras.
A minha escolha seguinte remete para a comparação entre um anel de diamantes e um anel de bijutaria. Analisando este dois objecto apercebemo-nos que ambos tem a mesma funcionalidade e que a cumprem da mesma forma, isto é, ambos são acessórios de moda para serem colocados nos dedos. Contudo apesar de parecerem iguais têm as suas diferenças. O anel de diamante tem um valor maior para que o tem, devido a diversos motivos: preço do mercado e ainda pelo seu valor sentimental. Já o anel de bijutaria é acessível para todos, daí perder um pouco de valor, contudo pode conter também um certo valor sentimental. Ambos têm diferenças, tanto na forma de construção como dos materiais que são utilizados. O anel de diamante é mais rigoroso e até mesmo mais perfeito, ao contrário do anel de bijutaria. Sendo o público alvo do anel de diamante de uma classe mais alta, ao contrário do anel de bijutaria que pode ser comprado por alguém da classe média ou até mesmo baixa.
A minha primeira escolha neste tema são: dois carros que se distinguem em vários aspectos. Entre esses a marca, o custo, o tipo de material, os entre outros. O primeiro ponto a referir será a ligação entre público alvo e o custo, estes carros distinguem-se da público alvo pela sua situação financeira ou classe da sociedade. Isto é, o fiat é um carro barato e o público que o procura mais é a classe baixa ou média, já o caso do jaguar é precisamente o contrário, esta marca é uma das mais caras do mercado e destina-se mais a classe alta. A nível de funcionalidade ambos cumprem a sua função, talvez o jaguar melhor pelo o tipo de equipamento e material de fabrico. Outros aspectos a ter em conta são: o jaguar é um carro de luxo, ao qual é adquirido como um objecto luxuoso e é um objecto que é adquirido também influenciado pela moda. Sendo usado mais a ocasiões mais especiais. Já o fiat é usado no dia a dia, tornando-se muitas vezes um carro com um carinho especial para os utilizadores.
A minha última opção para este contraste entre grande pequeno é feita entre um bolero de senhora e um blazer de homem. Na maioria ninguém repara no contraste entre eles, contudo se formos a analisar ambos cumprem a sua função mas as dimensões de um e de outro são consideradas. Um simples bolero de senhora tem pode defeito ser um pouco pequeno o que muitas vezes dificulta a forma de o despir, enquanto que o blazer se torna bastante prático nessa função. Tendo este, o defeito de ser normalmente usado em ocasiões mais especiais ao contrário do bolero, mas em contra partida o bolero em dias menos agradáveis não e muito prático nem cómodo, ao contrário do blazer.
Esta escolha, um pouco pessoal tem a ver com um dos objectos dos quais mais utilizo e gosto. Isto é, qualquer mulher gosta de variar na mala que usa no seu dia a dia, variando na cor, forma e até mesmo tamanho.
Contudo, e como mostra a imagem a variedade de tamanho pode ser bem significativa. Isto é, independentemente da ocasião a que a mala se destina, uma mala maior pode levar mais objectos necessários ou desnecessários, enquanto que uma pequena suporta transportar os mais necessários, acontecendo muitas vezes nem os mais necessários conseguir levar. Apesar disso, ambas cumprem minimamente a sua função, contudo umas mais práticas e mais fácies de utilizar que outras.
A minha terceira escolha é normalmente usada por todos no dia-a-dia. Contudo como a imagem mostra, para uns usada em grandes dimensões, enquanto que para outros com dimensões contrárias. A sua função tanto de uma como de outra é a mesma, contudo a oportunidade de uso de uma ou de outra pode ser diferente. Isto é, a carteira maior pode ser usada com mais documentos numa mala, já a pequena não pode suportar muitos documentos, como é o exemplo do B.I., sendo esta possível de transportar num bolso ou numa mala de pequenas dimensões. Contudo a forma de utilização da pequena certamente é mais fácil que a carteira maior, devido a forma de abertura ou até mesmo do peso de uma e de outra.
A minha segunda combinação de objectos é: um candeeiro de pé e um candeeiro de parede. Ambos desempenham a mesma função de iluminar contudo em contextos diferentes.
Em relação as dimensões o candeeiro de pé tende a ser maior contudo o abajur de um ou de outro pode variar tanto o de pé como no de parede, consoante o gosto do comprador. O contraste de pequeno/grande neste objecto observa-se mais na relação do comprimento, o de pé em relação ao de parede torna-se maior.
Nesta nova fase de trabalho vamos fazer um contraste entre grande e pequeno. A minha primeira reflexão crítica vai ser feita de acordo com um frigorífico e um mini-frigorífico. A comparação entre dois objectos da mesma família, mas com dimensões diferentes faz com que ao as analisarmos tomemos mais atenção a alguns pontos. A análise entre estes dois frigoríficos, faz-nos aperceber do quanto consumistas podemos nos tornar ao termos um frigorífico grande, isto é, ao sabermos que temos um frigorífico grande compramos mais coisas e desnecessárias enquanto se tivéssemos o mais pequeno compraríamos apenas o essencial, pois sabias que tínhamos espaço limitado. Se analisarmos as dimensões a nível de tamanho o mais pequeno torna-se menos prático que o grande, contudo ambos desempenham minimamente a sua função. A escolha das dimensões dos objectos deve ter em atenção a o espaço a que se destina.
A palavra Pandora deriva da mitologia grega, a qual significa " a que possui todos os dons" ou " a que é o dom de todos os deuses". Essa foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia de titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo. Nos nossos dias a Pandora não possui exactamente estes significados, pois este nome é usado numa pulseira, pela qual a grande maioria da população deseja ter uma. Esta pulseira torna-se apetecível pela existência de variedade, não da pulseira pois esta e sempre a mesma, mas sim pela variedade de acessórios para ela. Esses acessórios permitem aos admiradores uma grande escolha, para personalizar a sua pulseira à sua maneira. Tornando-se uma pulseira comum para muitos, mas diferente para a grande maioria, pois a estrutura da pulseira modifica-se pelos diferentes acessórios que cada um coloca, personificando a sua maneira.
Outro objecto personalizado são os pin's, podemos encontrar uma enorme variedade deles, de diversos tamanhos, estilos, entre outras características. Estes são vistos diariamente, em malas, casacos, calças, camisolas, t-shirts, entre outros. São característicos de alguns estilos, como caracterizam estilos.
Contudo para além dos pin's já existentes e característicos de vários tipos de vida, já existe possibilidade de fazer e de criar os seus próprios pin´s, como cada um deseja, da maneira que desejam. São objectos personalizados, que personalizam objectos como cada um desejar.
Este objecto é um grande exemplo de objectos personalizados. Na actualidade já todos conseguem criar e inventar algumas peças que as tornam pessoais, as quais se tornam conhecidas e muitas vezes popularizados. Esses mostram o que cada um quer mostrar, é um objecto que transparece a pessoa que o realizou. Isto é, podem existir muitas pessoas a realizar o mesmo tipo de objectos, contudo nunca ficaram iguais, pois cada pessoa tem a sua maneira de trabalhar e a sua personalidade, que muitas vezes transparece no objecto. Analisando este objecto em concreto, posso referir, que apesar de existir muitos do mesmo género de certeza que não existe nenhum igual. Afirmo, pois foi um Objecto realizado por mim, pegando em trapos, linha, agulha e outros acessórios, construi este fio, tentando ele demonstrar o meu gosto a nível de cores, simplicidade entre outros pormenores. Tornando-o assim um objecto personalizado, personalizado por mim e para mim.
Convivemos diariamente com simples candeeiros nas nossas casas, mas muitas pessoas lembram-se que os podem alterar e torná-los mais pessoais, personalizando-os a sua maneira. Este pode ser um dos muitos exemplos que podemos ter em conta. Para muitos um simples candeeiro de loja serve, contudo para outros pretendem muito mais. Isto é, a simplicidade dos candeeiros de compra para muitas pessoas não é o suficiente, daí os personalizarem à sua maneira, tornando-os mais agradáveis. Usando a sua criatividade para tornar um simples candeeiro, num candeeiro mais seu, sem medo do que os outros pensam, apenas tornando o objecto mais confortável, mais agradável para si mesmo.
Hoje em dia quase todos os nossos objectos do nosso dia-a-dia estão personificados por Objectos comprados e aplicados, ou objectos fabricados, realizados por eles mesmos. Estes dois Bonecos podem muito bem o exemplo disso mesmo. Fabricados artesanalmente, por qualquer pessoa em sua casa, este objecto, um simples porta-chaves torna-se para muitos um objecto personificado. Permite que cada pessoa se sinta única num objecto pessoal, personificado à sua maneira, mostrando a todos o seu jeito de trabalhar, aspectos com que se identifica, entre outros aspectos.
Nos nossos dias já existe uma grande evolução a todos os campos. Um deles é a facilidade de conjugação de vários electrodomésticos, exemplo disso é uma máquina a vapor que tanto serve de aspirador como permite ser utilizado como ferro de engomar. Contudo existem para mim algumas contrapartidas, que são: necessidade de tempo para aquecer, só permite a utilização de ambos separadamente, se a máquina se avaria perdesse dois electrodomésticos juntos, desperdício de energia para manter a máquina ligada, entre outros. Para mim este objecto torna-se desnecessário pelo motivo de não ser tão necessário em casa, isto é, estes dois electrodomésticos são necessários, contudo acho que separadamente, sem necessidade de tanto trabalho para a utilização de cada um.
Hoje em dia por questões estéticas e até mesmo com a evolução nesse campo, observamos diariamente, essencialmente mulheres com longos cabelos. Estes não passam nem mais nem menos que extensões aplicadas no cabelo destas. Muitas afirmam que não podem "viver" mais sem as suas extensões, pois obtém comprimentos e volume de cabelo que nunca conseguiriam sozinhas. Contudo, e é bom frisar que um trabalho deste tipo se torna muito dispendioso. Falamos na quantidade de extensões necessárias, o trabalho de aplicação e a manutenção semanal ou mensal que estas requerem. Para mim é um trabalho desnecessário, falo aqui na primeira pessoa, pois já me aventurei num trabalho semelhante, não completo mas que deu para perceber o quanto trabalho dá e dispendioso fica para uma população que afirma diariamente estar em crise. Concluo assim afirmando que este tipo de trabalho e este tipo de objectos são desnecessários e a população conseguiria viver sem as utilizar.
Um objecto que estamos habituados a ver e a trabalhar no nosso dia-a-dia, um aparelho de entretenimento para todos nos, independentemente das idades. Contudo e no factor da idade que muitos pormenores se alteram. Com isto pretendo dizer que a imagem mostra como um aparelho comum pode ser decorado de diversas formas, se é que decorado é uma palavra correcta para usar nesta situação. Desde a muito que me tenho vindo a aperceber que de casas modernas, para casas mais antigas a factores bastantes diferentes, sendo este um deles. Em várias casas de pessoas mais idosas é por hábito visualizar uma televisão comum tapada com um pano e um objecto decorativo em cima. Concluo a minha análise referindo que para além de ter falta de estética, é uma forma de aquecimento para o televisor, visto que o pano tapa alguns pontos da tv fazendo com que esta aqueça. Termino afirmando novamente, que é uma decoração sem estética, o que torna a estes um conjunto de objectos desnecessários.
Habitualmente, estamos acostumados a ver em muitos objectos do nosso dia-a-dia acessórios que para nos são desnecessários. Para mim, este é um exemplo desses casos, enquanto que muitos utilizadores acham engraçado ter um acessório com que se identifique ou até que distinga o seu telemóvel, na minha opinião é algo que não me chama a atenção, nem que vejo necessidade de utilizar. Contudo temos que aceitar a opinião e o gosto de cada um, mas sem deixarmos de pensar e analisar que, a utilização destes acessórios não são uma prioridade de utilização, sendo então para mim e talvez para mais pessoas um objecto desnecessário.
Este objecto vinha a acompanhar a máquina de Fotografia digital que a pouco tempo decidi comprar. Inicialmente achei bastante interessante uma base de apoio para ajudar na utilização desta. Contudo, quando comecei a usá-la na prática achei-a extremamente infuncional. Passo a explicar, esta base tem uma pequena abertura na parte inferior, contudo não me serve para nada, pois o cabo que permite ligação à corrente ou ao computador na máquina que esta acompanhava encontra-se de lado. E esta base na parte lateral não se encontra com nenhuma frecha de lado que permita um equilíbrio da máquina quando esta se encontra assente na base. O único ponto que acho positivo e a parte mais relevante que encaixa na máquina, apesar de não lhe dar uma grande instabilidade. Concluo assim dizendo que a ideia de base para a máquina é uma ideia positiva, contudo acho que esta, não se adequa à máquina que acompanha. Fazendo assim com que seja um objecto que seja colocado de lado, pois não se adequa a funcionalidade que deveria.
Uma tela que para muitos é desconhecida, é mais uma obra do pintor Marcel Duchamp, de 1912, onde o estilo característico é o cubismo. O que para muitos pode não ter algum valor, para mim esta tela diz-me muito. Primeiro por caracterizar um estilo do qual gosto bastante, depois porque foi a minha primeira tela. Apesar de ser uma cópia, para mim foi com muito gosto que a pintei, apesar de ser desconhecida para mim até a altura, gostei bastante da maneira como Duchamp representou o nu descendo a escada. Daí esta tela ter um enorme valor para mim, assim como existe várias pessoas que apreciam arte e admiram as belas obras conhecidas, que valerão muito mais que esta, para mim, sinto precisamente o contrário. Isto é, apesar de também admirar obras conhecidas e de gostar delas, esta tela vale para mim, tanto ou mais que a tela original para um admirador de Duchamp.
O meu próximo objecto são as conhecidas sapatinhas, estas são um tipo de calçado, considerado pela maioria como leve, prático e cómodo. Para muitos um simples objecto do dia a dia, para outros, uma maneira de se identificar com alguém, como por exemplo uma figura pública. Uma forma de se ligarem a elas tendo ao objecto uma fidelidade. Por outro lado existe muitas pessoas que por adorarem o estilo desportista, do qual este objecto é característico, seguem um estilo ou mesmo uma marca do objecto, sendo para muitos, um objecto muito importante e para muitos com um enorme valor sentimental, independentemente de preços e marcas.
O perfume considerado por muitos por uma vaidade, é considerado uma mistura de óleos essenciais aromáticos, álcool e água, utilizado para proporcionar um agradável e duradouro aroma a diferentes objectos, principalmente, ao corpo humano. A elaboração deste surgiu no Egitpo, ultrapassou os limites dos tempos e das pirâmides, passando a ser usado por todos, posteriormente, na altura do Renascimento entrou em Espanha que permitiu a sua chegada a toda a Europa. Contudo foi em França, no século XIV que a perfumaria tomou um grande desenvolvimento. Hoje em dia a perfumaria oferece uma diversidade enorme de fragâncias, sendo para muita gente um objecto de colecção, pela diversidade de formas, de aromas, de imagem de apresentação ou até mesmo por associação de alguém, alguém próximo ou de uma celebridade.
O relógio é usado desde a antiguidade, como medidor do tempo e possuidor de vários formatos. O primeiro relógio a surgir foi o relógio de sol, completamente diferente dos usados hoje em dia, este objecto é daqueles que se tornou útil para o dia-a-dia dos cidadãos. Desde o seu surgimento já passou por variadas evoluções, desde relógios de sol, de água, de areia, conhecido por ampulhetas, passando para relógios mecânicos, relógios de bolso, relógios de parede e mais recentemente os relógios de pulso, onde existe muita variedade. Na minha opinião como a referi em cima, o relógio é um objecto bastante útil, que nos permite controlar o tempo, contudo para muitos, estes são muito mais valiosos. Para além das suas funcionalidades, este é possuidor de um valor sentimental, um exemplo disso pode ser os coleccionadores, ou até um relógio nosso, isto é, um relógio que usamos no dia-a-dia, contudo tem um valor incalculavél para nós, ou por ser um presente de alguém que nos é querido ou até mesmo pelo esforço que fizemos para o adquirir.
O lenço dos namorados é considerado uma peça de artesanato típica do Minho, fabricado a partir de um pano de linho fino ou de algodão, bordado com vários motivos. É um lenço ligado aos lenços senhoris dos séculos XVII - XVIII, que posteriormente foram adaptados pelas mulheres do povo, adquirindo os mesmos, um aspecto mais popular.
Este objecto tradicional era um hábito das raparigas apaixonadas, estas bordavam o seu lenço e o entregavam ao seu amado, quando este se fosse ausentar. Eram lenços onde poderiam ser bordados versos de amor, para além de vários desenhos, tendo algumas simbologias próprias. Usado como ritual de conquista, em que depois de confeccionado, o lenço acabaria por chegar à posse do homem amado, que mostrava publicamente o possível início de uma relação. Hoje em dia já não tem essa como sua principal função, mas sim mostrar ao povo um trabalho físico feito manualmente numa época onde os costumes não permanecem iguais. Tornou-se um objecto intemporal, e na qual a mensagem que transmitia continua a ter o mesmo significado que na época em que surgiu.
Para finalizar a minha selecção de objectos funcionais, seleccionei a máquina de lavar roupa. Este electrodoméstico tornou-se um aparelho indispensável no dia-a-dia da maioria da população, principalmente feminina.
Com a entrada da mulher no mundo do trabalho, esta deixou de ter tanto tempo para a deslocação tradicional até as fontes para lavar aí as suas roupas, como antigamente. Tendo este aparelho vir modificar e auxiliar as tarefas da mulher, permitindo a esta um melhor bem-estar e uma poupança de tempo.
Existe uma vasta gama destes electrodomésticos, permitindo ao cliente uma maior possibilidade de escolha. A forma destes é geralmente igual para a maioria das máquina, podendo alterar-se a capacidade de carga, as dimensões, a cor utilizada é geralmente o branco, possui também um tampo com uma pega para a abertura, podendo este variar de forma e local de colocação. Estes aparelhos normalmente têm os botões de programação na parte superior na parte da frente, permitindo um fácil manuseamento.
Tendo vir, sem dúvidas, ajudar o utilizador na poupança de tempo, mas principalmente uma maior poupança de água.
O meu próximo objecto é um candeeiro de Secretária, tendo este para além de uma função de iluminação uma função decorativa. Estes derivam dos antigos candeeiros a Petróleo, contudo em vez de serem alimentados desta forma, tornaram-se a ser alimentados através da corrente eléctrica, deixando também para trás as sua formas características. O candeeiro é possuidor de uma forma cónica no topo, seguido de um tubo moldável, terminando com um pé rectangular que permite a colocação de alguns objectos. Contudo existe mais variedade de modelos, várias formas de suporte, de formas do abajur. Pode tomar qualquer cor, neste caso branco. O pé permite adaptar-se e ajustar-se, dependendo da luminosidade desejada, ou seja, pode-se movimentar permitindo que a intensidade da luz seja mais intenso ou menos intenso, ajustando a direcção pretendida e desejada de luminosidade, para trabalhar ou simplesmente estar. Tendo a maioria dos candeeiros de mesa um fácil manuseamento, permitindo a obtenção de um com acompanhamento luminoso quando necessário. Contudo, alguns desses candeeiros têm a desvantagem de aquecerem muito rapidamente, consoante o material de produção.
O objecto que se segue, é um aquecedor, é um objecto mais utilizado no Inverno. Este veio substituir as famosas lareiras tradicionais a lenha.
Este aparelho tornou-se bastante útil e prático, deixando para trás a tradicional maneira de aquecimento, permitindo a diminuição de mortes por inalação e até mesmo o número de incêndios nas habitações.
Este equipamento toma a formas de uma caixa rectangular como dimensões aceitáveis e dimensionais, possuidores de um sistema de respiração na parte superior da parte frontal, que nunca deve ser tapada e as cores mais usadas andam em volta dos brancos e bejes, contudo poderia tomar tons de cinzas e pretos. Podem ser facilmente transportáveis entre divisões, contudo falta a parte da pega para a mão e as rodas que permitem uma melhor deslocação.
Uma vantagem destes aparelhos é que num só pode possuir de várias funções, como por exemplo: aquecedor e desumidificador. Existem várias formas de alimentação para aquecedores, tais como: gás, electricidade, entre outros, permitindo que nos meses mais frios aumente o consumo de electricidade.
Seguidamente falarei de um Televisor, é um objecto que a maioria da população possui nas suas casas, em espaços públicos, entre outros locais.
É um meio e comunicação, que primeiramente, poucos tiveram acesso, contudo à medida do desenvolvimento foi adquirido pela maioria da população. Desenvolvendo assim os meios de comunicação entre as pessoas, permitindo que estas fossem informadas de diversas notícias, de vários tipos, como por exemplo: acontecimentos nacionais e internacionais, sem que estes saiam do seu conforto.
Este objecto que toma dimensões pequenas, contudo existem em maior pode ser transportável fácil, devido ao pouco peso que tem, geralmente adquirem cores como o preto ou o cinzento. Tem uma boa qualidade de imagem e o ecrã apesar de n ser dos maiores, tem um tamanho que permite uma boa visibilidade.
Este aparelho tem como principal função comunicar e entreter o público, independentemente das idades, é utilizada nas salas de estar, nos quartos, entre outros locais.